2009-06-26

Michael Jackson






Acima, uma rápida e rasteira restauração de scans de capas da Rolling Stone dos tempos áureos do músico.

3 comentários:

Fernando Valente disse...

Foi triste mesmo o que aconteceu. :(

Bel Garcia disse...

Quando tinha 9 anos, ganhei um gravador portátil Phillips holandês do meu pai que foi a sensação da minha turma. Tinha acabado de descobrir MJ e já cantava de cor "Happy" e "Ben" (também seguia a série de TV americana do amigo urso do garotinho). Eu era uma criança ( e a Motown também) e foi quando começamos, meu irmão e eu, a descobrir o universo incrível da black music americana...inocentemente comecei com MJ e depois, com os anos, mergulhei desde Nina Simone até Marvin Gaye, passando por Jimi Hendrix e tantos outros (vê-se por aí a fabulosa extensão possível).Tínhamos discos de Soul, Gospel, Blues e o verdadeiro Funk...Mais do que reconhecer que MJ era um grande cara, um talento absoluto, a sensação ruim que a morte dele traz é a de sacar que os heróis da infância e adolescência ( vide a morte recente de David Carradine, o Gafanhoto de Kung Fu) estão morrendo...Por esses dias, essa impressão de que finalmente minha infância chegou ao fim, me abalou.. Assim como Charles Ryder em Brideshead, a novela inglesa, penso que quando se tem uma infância muito boa, corre-se o risco de ter uma vida adulta meio blasé, por causa das inevitáveis comparações...Ok, me aprofundei um pouco, mas talvez, para mostrar que nem tudo é tão comercial assim. Existem sentidos particulares e valiosos em coisas que parecem massificadas e banais. Por várias razões, lamento muito essa morte. Muito mesmo.

zealfredo disse...

Estes "scans" ficaram bem legais!

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