2007-11-13

Agora é o novo logo da Porto Seguro

Está pronto(a) para analisar mais um redesenho de marca corporativa? Vou comentando já o redesign, porque quero chegar logo à parte mais interessante, a sua apresentação.



Primeiro, a tipografia datada tinha mesmo que dançar. Acho, porém, que a fonte nova não tem uma personalidade suficientemente forte para apagar nossas lembranças da Avant Garde original. Chega a ser sintomático que você não possa determinar de golpe de vista se é Syntax, Ezzo, Locator, Praxis ou Aroma. (Dica: não é nenhuma dessas fontes.)

Hoje mesmo vi na rua um carro da empresa, já estampado com a nova marca, e todos os textos exceto o logo estavam em Myriad Italic e Myriad Bold Italic. Pensei: Por que não usar a mesma fonte do logo? Mau sinal.

A segunda coisa é que o barquinho foi substituído por uma única vela enfunada. Olhe o que acontece quando esse elemento é isolado. Qual deles é mais reconhecível?



Por esse ponto de vista, achei a eliminação do barco uma lástima. O que entrou no seu lugar é mais um dos milhões de desenhos semi-abstratos, baseados em simples arcos vetoriais, que literalmente infestam o design gráfico contemporâneo. Sem brincadeira, desenhei uma réplica suficientemente convincente da vela com um blend de 8 etapas dentro de um objeto de curvas com 6 nós, gastando nisso cerca de 4 minutos. E todo dia vejo por aí centenas de marcas que foram construídas exatamente dessa forma. Elipse aqui, parábola ali, logo pronto. Pergunta inconveniente: será que tudo o que restou no repertório do designer gráfico digital foi a curva Bézier? Realmente? Sério?


Apresentação é tudo... ou não?

No momento em que você carrega o novo site da Porto Seguro, aparece um popup obscurecendo a home page. Esse popup é a apresentação da nova marca. Mas ele funciona corretamente apenas no Internet Explorer. Aparentemente, não foi testado no Firefox nem no Safari. Se você for uma criatura sensata que usa um desses outros browsers, seja no Mac ou no PC, verá isto:



O menu visual da home page entra bem na frente do popup, destruindo o efeito. Você é obrigado a deslocar a janelinha com o mouse para poder ler. Como não é uma janela normal de sistema do Windows ou Mac OS, você pode nem descobrir que ela permite ser deslocada. A falha no código do site é uma bola fora do web design, para além do fato de popups serem péssimos em si mesmos, como conceito.

Pode ser só implicância minha, mas acho que, quando uma marca precisa ser explicada, é porque ela tem algum problema. No presente caso, o problema é a explicação em si mesma. Desculpe o rigor da crítica, pois redigir o texto da apresentação e aprová-lo entre múltiplos escalões de executivos cheios de pitacos - sim, trabalho no ramo e conheço essa via crucis - deve ter sido uma tarefa tortuosa e esquecível. Mas será que não dava pra evitar o festival de lugares-comuns? Senão, vejamos:

Redesenhar a marca de uma empresa reconhecida no mercado é sempre um grande desafio. A solução deve equilibrar o impacto visual da atualização da identidade com a preservação dos elementos estruturais de reconhecimento da marca com o seu público.


Até aqui, beleza. Mas conforme já vimos, o pobre navio foi afundado; ficou apenas uma vela, bem menos reconhecível.

Antes de desenhar a nova marca, foi também realizada uma pesquisa com a direção, clientes e corretores, detectando-se, assim, os valores intrínsecos que deveriam ser expressos: excelência, prestatividade, transparência e humanismo. O arredondamento das pontas do quadrado azul, assim como a definição de um símbolo mais dinâmico e construído a partir de curvas, busca comunicar esses conceitos.


Os cantos arredondados do quadrado, outra característica extremamente banal no universo das marcas - está aí o Itaú para me endossar - representariam prestatividade e humanismo...?! Ou essas seriam virtudes expressas da vela...?
Então tá: por esse critério, só para ficar nos valores-chavões que toda empresa adora exibir - o VW empilhado da Volkswagen significaria confiabilidade; o manuscrito da Coca-Cola, sensibilidade; o rosto estilizado da LG, permanência... Não, pare. Isso não é sério!
É essa conversa vaga, quando vem de profissionais do design, que tira uma lasca da integridade do ofício e faz parecer, aos olhos dum leigo ( = cliente) que, efetivamente, a essência da criação é facil e qualquer bobagem se justifica. O resultado são os tantos clientes chatos, mimados, palpiteiros: afinal, foi-lhes ensinado que nós, criativos, acreditamos que o arredondamento de uma parte de um símbolo exala transparência e excelência. Por favor...

O novo símbolo traduz essa idéia, uma vez que vários elementos se somam para criar um todo harmônico. Também preservou a referência à caravela da marca de origem, figurativa no início, depois, estilizada.


Concordo com o todo harmônico (se bem que o texto blocado na largura do quadrado ficaria mais bonito). Mas note bem: o barco original não era uma caravela. Era uma embarcação maior e mais moderna. E a referência não foi preservada, não: as velas do barco eram um conjunto de seis retângulos mais dois triângulos, enquanto a atual é uma construção Bézier. Pode parecer chatice, mas não há parentesco visual entre as duas concepções de velas.

O padrão cromático anterior foi mantido, preservando-se assim um importante elemento de reconhecimento do público.


Não foi, não. O azul ultramarino antigo e o ciano novo são muito diferentes, tanto em matiz como em tonalidade. Confundi-los é uma questão cultural, mais do que perceptual.

Opine...

23 comentários:

  1. Daniel Goulart13/11/07 07:52

    Marca preguiçosa e mal concebida. As "desculpas" usadas para explicar a nova marca diz claramente que ela foi criada "nas coxas". Isso é o que eu chamo de "encher lingüiça". Eu mesmo já fiz isso muito, não por opção, mas por pressão dos meus superiores, que exigem que meu local de trabalho seja mais para produção que para criação. E dá-lhe encheção de lingüiça para convencer o cliente de que o que você acabou de fazer lhe custou tempo e planejamento.

    Outra coisa que já está prá lá de ofuscada é a combinação de tons pastéis com cinza. É bonito, mas já cansou.

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  2. Cara, sério. Eu não quero trabalhar com criação de marcas. Você nunca faz uma coisa realmente boa, e/ou o cliente é palpiteiro e QUER cair no lugar comum.

    É que nem a modinha web 2.0. Afinal, o que é web 2.0? Degradés de cores pastéis, brilho tipo "aqua", as cores são cianos, verdes, magentas, laranjas... Até o tema do meu blog reflete a web 2.0.

    É, praticamente, um estilo de época. É possível determinar a época em que uma marca foi feita só de ver. Dá pra dizer, por exemplo, que a marca da Klabin (na minha opinião, a obra-prima dele) foi feita entre 60/70, que a capa do Sex Pistols com a rainha inglesa é dos anos 70, e que os picotes de letras do Carson são dos anos 90.

    A "modinha dessa época", que aliás já demorou muito pra acabar (as tais curvas de Bézier e elipses, ou como preferem alguns, lasca de unha imitando a marca da Nike), está gradativamente sendo substituída pelo estilo "web 2.0".

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  3. Tive a oportunidade de conhecer o logo um pouco antes do público em geral, pois trabalho na agência que produziu os eventos de lançamento da marca para os funcionários. Pra ser sincero, ele nunca me emocionou. Embora admita que alguns dos problemas de aplicação e legibilidade tenham sido corrigidos, penso que a solução de "vela estilizada" (isso o cliente ADORA) feita nesse mais do que cansado estilo de beziers seja muito fraca pelo tamanho e importância do projeto (e da verba, hehehe).
    Porém o que mais me incomoda é realmente o tipo. Achei que faltou força, talvez o mais interessante seria utilizar uma família com maior proximidade à Avant Garde. E isso tudo, obviamente, blocado com o box ;-)
    Quanto à cor, uma correção: o logo antigo era ciano sim. Mas devido à política da Porto (e isso eu conheço bem) de delegar a produção de todos os materiais gráficos ao depto. de compras, a desgraça sempre se faz presente: consistência ZERO na aplicação e na fidelidade cromática. Certamente você pegou como exemplo um logo que foi aprovado por alguém que cursou técnico em contabilidade e agora é responsável pela aprovação de "sites eletrônicos e filipetas em geral".
    E, pra terminar, sugiro que dêem uma olhada nos logos das áreas de atuação, onde eles grafam o nome de cada área abaixo do logo, em itálico, separados por um kibe esticadinho (mais bezier, mais bezier). Isso sim eu achei bizarro, com cara de útima hora total.

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  4. Resquícios do design noventista...

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  5. André, você confimou tanta coisa sobre o logo que quase me assustou. Afinal, sou apenas um espectador atento e não um participante no processo...

    A cor azul do logo antigo, na reconstituição que apresentei, foi amostrada diretamente de uma versão oficial que estava na Internet antes da mudança. Não quer que a cor corra esse risco de escangalhar com o tempo? Ponha vermelho. Roger Black aprovaria esse conselho... 8-)

    Quanto ao "kibe", é um tipo de fio horizontal que eu uso como brush de acabamento em algumas ilustrações. Sente a ironia.

    Chamar as elipses vetoriais de aparas de unha é sensacional. Estou devendo um post dedicado ao assunto. Já tem material sendo coletado. Fácil...

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  6. Agora tendo uma leitura simples das duas imagens em separado, a do barco antigo e a da vela atual, passa sim em confronto a idéia de que a primeira parece um barco a deriva, parado sem rumo e a segunda uma vela inflada com o ar levando em alguma direção boa ou ruim sei lá, mas que pra frente se vai. Porem também há o fato de que o nome é “Porto Seguro” e num porto seguro, o barco não infla, ele fica parado. Há certos elementos psicológicos que determinadas imagens passam, ou certas leituras que podem ser feitas baseadas em idéias abstratas.

    Ah Mário só um detalhe “Via Crucis” não tem acento, devido o latim não possuir acentuação gráfica. Abraços

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  7. Pois é, mas, teoricamente, seria impossível escangalhar ciano 100% né? Eu tambem achava isso um absurdo, até que na produção dos materiais para o evento de lançamento fui encarregado de aprovar as peças de cenografia (entre elas vários logos gigantes, da ordem de 7 x 7 metros). E foi aí que comecei a entender essa cagada toda: o atendimento da empresa de saída digital me apresentou pelo menos umas 10 variações do que ele dizia ser ciano 100%. Eu fiquei embasbacado, pois, até hoje, sempre pensei que ciano 100% seria tão só e apenas 100% de tinta ciano. Perguntei a ele como poderia ser possível tantas variações, já que a porcentagem de tinta utilizada é precisa. A resposta? "É que a máquina é calibrada para Pantone". Mesmo mais embasbacado, pedi então que utilizassem então o Pantone Process Cyan, mas mesmo assim fui informado que do mesmo jeito eu teria que aprovar a tonalidade correta. Achei espantoso e aprendi que, depois dessa, é bem provável que o vermelho 100/100 seja chamado de marrom piscina pelo operador do equipamento e saia roxo da Vutek.

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  8. Lucas:
    Na verdade existem, sim, diacríticos especiais que são usados ao estudar latim. Mas a sua sugestão foi seguida. Falando em acentos, estou me acostumando a escrever na nova ortografia: voo, ideia. :-)

    André:
    Existe uma variedade de padrões de CMYK e as tintas podem variar um tanto. Mas não entender que o Pantone é uma referência universal é dose. Some-se a isso escalas Pantone podres de velhas, desbotadas, que não são trocadas por outras mais novas porque elas custam caro. A confusão é tal que nas gráficas mais modernas, com densitômetros digitais e fluxo 100% digital, ainda existe toda a manha secular de mexer na equalização a pedido do cliente caprichoso. Talvez isso não mude tão cedo.

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  9. Amigos,
    Antes de mais nada, gostei muito do comentário do Lucas Ayres.

    Mas vamos à discussão:
    Gostei no novo logo sim, achei ele mais simples, facilmente aplicável em PB (o que não acontece com outras novas marcas que estamos vendo por aí, como a Brasil 2008). Até concordo que as lascas de unha são discaradamente belzier, mas a sensação de perspectiva na vela ficou legal. Que não tem nada a ver com a marca antiga, e que o novo logo vai demorar para ser conhecida como da Porto Seguro eu concordo. Que a tipografia nova é fraquinha, também concordo. Que esse azul calcinha também é chinfrim, também. Na minha visão, ponto positivo para a arte, ponto negativo nos detalhes mais técnicos. Aliás, para mim tá com cara de logo de instituição financeira.

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  10. Mário:
    Não tenho dúvidas que existem (suaves, porém perceptíveis) variações por conta da diferença entre os fabricantes do pigmento e também em função do substrato no qual ela será aplicado, porém o fulano me apresentou, por baixo, DEZ variações (rs). Tinha cor lá que poderia ser qualquer coisa, menos ciano 100%. Então, se o profissional da produção - que deveria usar referências confiáveis, densitômetro ou mesmo experiência e sensibilidade para produzir um material adequado - tem a pachorra (só consigo definir assim) de me apresentar 10 ou 15 variações de ciano 100%, imagine só o sujeito de compras tendo que aprovar os valores hex do logo pra colocar no "site eletrônico"? (rs)
    Então, também acho que essa cultura de "dar uma carregadinha na máquina" vai demorar um pouco a acabar, mas especificamente no caso da companhia em questão, seria muito mais pertinente direcionar produção e aprovação ao pessoal de marketing que, imaginamos, estão melhor preparados para evitar essas trombadas cromáticas.

    Lex:
    Há tempos a Porto Seguro é uma instituição financeira, a divisão de seguros é só a ponta do iceberg.

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  11. André:
    Exatamente, por isso que gostei do logo. Acho que tem mais à ver com a empresa. Mas continuo criticando o reconhecimento da marca, que vai pras picas por alguns anos (quando eles decidirem mudar novamente)

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  12. Vem por aí a nova da Vale.

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  13. a marca não me desagrada totalmente, apesar de concordar com as criticas.
    Ainda acho que uma modernização do antigo icone cairia melhor. Outro ponto básico é deixado de lado é a inclusão de uma forma arredondada dentro do box sem uma área de respiro, parece que está "sufocando" a vela.

    abs!

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  14. Vi mais alguns carros da companhia com a nova marca, e vi que a aplicação do símbolo da vela na lateral é sem o quadrado. Então, por que não fazê-lo assim em todos os casos? O quadrado mata a vela.

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  15. Li e gostei muito da crítica feita da marca da Varig, mas tenho a impressão que você se empolgou um pouco demais... afinal, não dá para levar nem metade das suas críticas a sério levando em conta o seu portfolio né... Talvez vc devesse, para cada marca que vc acha mal feita, preguiçosa, ou vítima de modismos, fazer a sua versão e mostrar para todos o quão perfeita seria. E antes que alguém fale alguma coisa, não tenho nada a ver com a marca da Porto Seguro.

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  16. Quando alguém posta uma crítica como anônimo, presumo que não esteja levando a coisa muito a sério. Pode ser só mais um troll. Mas uma observação desse tipo feita como anônimo implica uma atitude defensiva, ao evitar que seu próprio trabalho fique exposto ao julgamento dos outros. Não posso checar o seu portfólio para checar a postulada relação entre o feito e o falado.

    Mas me adianto a dizer que você se engana ao soltar o velho "você não tem o direito de criticar". É uma armadilha intelectual, ataque retórico rasteiro. Recomendo a leitura atenta deste artigo: http://en.wikipedia.org/wiki/Critical_thinking

    Sobre propor alternativas, a ideia é tentadora, mas há dois problemas. Primeiro, marca não se inventa na louca, exige estudos e testes complexos; alguém sugerir o contrário já põe uma dúvida válida sobre o seu domínio do assunto - que é exatamente o centro da crítica que você gostou sobre a Varig.

    Segundamente, como gastar o tempo e os recursos necessários sem qualquer compensação? Tenho dois trabalhos, um numa empresa e outro em casa. Ambos visam ganhar dinheiro. Nenhum deles é focado em marcas.

    Por ora é isso. Antes de continuarmos o debate, identifique-se...

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  17. Recebi um email anunciando e explicando a nova marca:
    http://www.portoseguro.com.br/navitacontent_/userFiles/File/emkt/institucional/novamarca/nova_marca.html

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  18. Eu acho que o problema do menu por cima da apresentação do logo nos browsers é um defeito do Flash em algumas plataformas: no Linuxo Flash sempre fica por cima de todo o resto. Nunca vi isso no Mac, mas pelo visto é o caso.

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  19. Me parece um pouco com o logo Brasil 500, com vela de saveiro e estampa de banana de pijamas.

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  20. Olá!
    Nossa eu fico espantado com a capacidade crítica das pessoas! minha nossa parece que todas levam a marca para um lado pessoal, uma marca é a empresa e ponto. eu particularmente goste e muito desse redesign da marca porto seguro. ela tem muito mais pregnância do que a antiga e disso não há como negar. Odeio pessoas que falam coisas do tipo "nossa eu faço essa marca em 5 minutos!" nossa que bom que vc faz isso! realmente a marca é tão fácil de reproduzir que os designers hoje acham isso um ponto fraco! que absurdo! a marca do itaú por exemplo possui cantos arrendodados mas ela foi criada a anos atraz e alguem vem e me fala que cantos arredondados é moda ha ha ha
    poxa vida galara vamos estudar mais e falar com mais consciência. Essa nova marca demontra como a simplicidade nos elementos gráficos e no uso da tiporgafia ajudam a criar um logotipo claro, com uma alta pregnância da forma e uma ótima aplicação. pronto só isso já basta para um logotipo se destacar dentre esse mundo.

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  21. Olá, bom dia!!!
    Onde eu encontro a fonte do logo atual!?
    Por favor, estarei aguardando a resposta.
    Obrigado desde já!
    Z franco

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  22. Ao que me consta, é tipografia exclusiva, feita de encomenda, e não comercialmente disponível. Isso é cada mais comum em identidade corporativa. Infelizmente, também é cada vez mais comum que essas fontes exclusivas sejam variações fantasticamente insossas do estilo sem serifa com um ou outro cacoete humanista para tentar dar um charme inofensivo. Não me deixam mentir Kodak, Unibanco, Walmart...

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  23. Valeu, muito obrigado pela resposta!
    Z franco

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