2005-10-02

Neil Peart (mas não é um post sobre música)

Lá na minha lista dos heróis faltou esse cara. E não apenas porque gosto do Rush ou porque meu pai era um motoqueiro como ele. Li o livro autobiográfico Ghost Rider. Uma leitura difícil, mas recompensadora. Quando penso em Peart agora, é como se fosse um velho amigo, que também sofre e erra e progride e confessa tudo sem barreiras. Fiquei contente ao ver que seu site pessoal é uma coleção de miniblogs contendo comentários e críticas sobre tudo o que está ouvindo e lendo. Copio aqui dois trechos de suas resenhas de livros:

The finest reward a great novel can give, after the pleasure of living inside its world, is its “afterimage,” the resonance that arises in the days after reading it. Sometimes the psychic echoes return as full-blown images from the author’s descriptions; sometimes you find yourself pondering the ideas or moral issues woven into the plot. In the ideal case, of course, it is both pictures and that kind of mental “nourishment.”

Art has the power to change you, or at least the way you see the world, while entertainment has, at best, a transitory effect.

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